Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/03/2012
Plasmônica
Que até os defeitos do grafeno podem ser úteis os cientistas já sabiam há algum tempo.
O que não se sabia era que um desses "defeitos" - na verdade, uma
modificação intencional, chamada dopagem - poderia dar origem à menor
antena do mundo, e transformar o grafeno na estrela de mais uma área de
pesquisas.
Os equipamentos eletrônicos convencionais funcionam com base em
elétrons que saem disparados por fios, como se fossem corredores.
Já os dispositivos plasmônicos funcionam como uma torcida de futebol
fazendo uma "ola" - a informação viaja sem que nenhuma partícula precise
se mover.
Essas ondas são criadas quando a luz incide sobre a superfície de um metal, deslocando os chamados plásmons de superfície.
Como há um perfeito encadeamento entre cada um das das partículas dessa torcida eletrônica - formando a chamada onda plasmônica -, a informação viaja muito mais rapidamente do que se os elétrons tiverem que sair disparados pela mesma superfície metálica.
Além da maior velocidade, a pesquisa agora divulgada demonstra o potencial de miniaturização oferecido pela técnica, uma vez que um único átomo é capaz de disparar ou receber as informações.
Mais importante, a antena plasmônica pode funcionar como uma forma de
capturar, amplificar e retransmitir a onda plasmônica, que tende a se
dissipar muito rapidamente.

Imagem
por microscopia eletrônica do átomo de silício que funciona como antena
atômica, capturando e retransmitindo os plásmons de superfície.
[Imagem: Zhou et al./Nature Nanotechnology]
Antena atômica
Recentemente, uma equipe construiu a menor estação de rádio do mundo, acoplando duas moléculas por meio de fótons.
Juan Idrobo e seus colegas do Laboratório Oak Ridge, nos Estados
Unidos, fizeram algo diferente: eles construíram uma antena formada por
um único átomo.
Para isso, eles substituíram alguns átomos de carbono por átomos de silício na rede atômica do grafeno, que se parece com uma tela de galinheiro.
De forma um tanto inesperada, essa substituição resultou em uma
melhoria drástica na capacidade do grafeno em converter ondas de luz em
sinais eletrônicos.
Parece complicado, mas o rádio FM do seu carro faz algo muito
semelhante, transformando as ondas eletromagnéticas de uma determinada
frequência em sinais eletrônicos que, devidamente processados e
novamente traduzidos, agora em ondas sonoras, chegam aos seus ouvidos na
forma de música.
A diferença é que a antena atômica consiste em um único átomo e trabalha com um tipo especial de onda - a onda plasmônica.
Sendo formada por uma única "partícula", a antena atômica é
inteiramente simétrica em termos de funcionamento, ou seja, ela tanto
pode converter ondas de luz em ondas eletrônicas, quanto ondas
eletrônicas em ondas de luz.
Isto é essencialmente um componente plasmônico, uma tecnologia
emergente que promete muitos benefícios para computadores e outros
circuitos eletrônicos.
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Hey galera, quase sexta feira, ansiosa para chegar semana que vem logo, minha mãe vai chegar!!!!uhuhuuh, neste sabado ver Jogos Vorazes!!!!aeeeeeee
BoaaaA TardeEEe!
XoXo
N.M.S.R

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