sexta-feira, 30 de março de 2012

Explosão de laser mostra como magnetismo surgiu no Universo

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/03/2012


Origem do magnetismo

Há campos magnéticos por todo o espaço galáctico e intergaláctico.
O que é intrigante é imaginar como é que eles foram criados originalmente, e como se tornaram tão fortes.
Agora, uma equipe internacional de cientistas usou um laser para criar campos magnéticos semelhantes àqueles que se imagina serem necessários para a formação das primeiras galáxias, na infância do Universo.
Os resultados são um primeiro elemento importante na tentativa de solucionar o enigma de como o Universo gerou seu próprio magnetismo.
"Nosso experimento recriou o que estava acontecendo no início do Universo e mostrou como os campos magnéticos galácticos apareceram," afirmou o Dr. Gianluca Gregori, da Universidade de Oxford, no Reino Unido.
"Isso abre a perspectiva emocionante de sermos capazes de explorar a física do cosmos, que remonta a bilhões de anos, em um laboratório de laser aqui na Terra," completou.

Explosão a laser

A equipe, liderada por físicos da Universidade de Oxford, no Reino Unido, usaram um laser de alta potência para explodir uma haste de carbono, semelhante a uma ponta de lápis, imersa em gás hélio.
A explosão foi projetada para imitar o caldeirão de plasma do qual foram formadas as primeiras galáxias - o plasma é um gás ionizado contendo elétrons livres e íons positivos.
O disparo revelou a formação de campos magnéticos e correntes elétricas ao redor da onda de choque - o fenômeno ocorreu em uma janela de 1 microssegundo após a explosão.
Os astrofísicos pegaram estes resultados e os ampliaram em 22 ordens de grandeza (x * 1022) para descobrir que a medição é compatível com as chamadas "sementes magnéticas", previstas pelas teorias de formação de galáxias.

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 Semana corrida, finalmente a semana santa está chegando, feriado! aiaiaia, mamãe chengando amanhã!ebaaaaaaaaaaaa, 
Bom fim de semana
XoXo
N.M.S.R


**'Não sou grossa, sou sincera. Não sou estúpida, sou direta. Não curto muito forçar simpatia não, então não vem cobrar. Sou legal com quem é comigo. E se me elogiar vou ficar toda boba sim. Mas se for vim me criticar, avisa, que eu te dou um espelho antes.!**

quinta-feira, 22 de março de 2012

Antena atômica converte luz em sinais eletrônicos

Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/03/2012


Plasmônica

Que até os defeitos do grafeno podem ser úteis os cientistas já sabiam há algum tempo.
O que não se sabia era que um desses "defeitos" - na verdade, uma modificação intencional, chamada dopagem - poderia dar origem à menor antena do mundo, e transformar o grafeno na estrela de mais uma área de pesquisas.
Os equipamentos eletrônicos convencionais funcionam com base em elétrons que saem disparados por fios, como se fossem corredores.
Já os dispositivos plasmônicos funcionam como uma torcida de futebol fazendo uma "ola" - a informação viaja sem que nenhuma partícula precise se mover.
Essas ondas são criadas quando a luz incide sobre a superfície de um metal, deslocando os chamados plásmons de superfície.
Como há um perfeito encadeamento entre cada um das das partículas dessa torcida eletrônica - formando a chamada onda plasmônica -, a informação viaja muito mais rapidamente do que se os elétrons tiverem que sair disparados pela mesma superfície metálica.
Além da maior velocidade, a pesquisa agora divulgada demonstra o potencial de miniaturização oferecido pela técnica, uma vez que um único átomo é capaz de disparar ou receber as informações.
Mais importante, a antena plasmônica pode funcionar como uma forma de capturar, amplificar e retransmitir a onda plasmônica, que tende a se dissipar muito rapidamente.

Antena atômica converte luz em sinais eletrônicos
Imagem por microscopia eletrônica do átomo de silício que funciona como antena atômica, capturando e retransmitindo os plásmons de superfície. [Imagem: Zhou et al./Nature Nanotechnology]
 
Antena atômica

Recentemente, uma equipe construiu a menor estação de rádio do mundo, acoplando duas moléculas por meio de fótons.
Juan Idrobo e seus colegas do Laboratório Oak Ridge, nos Estados Unidos, fizeram algo diferente: eles construíram uma antena formada por um único átomo.
Para isso, eles substituíram alguns átomos de carbono por átomos de silício na rede atômica do grafeno, que se parece com uma tela de galinheiro.
De forma um tanto inesperada, essa substituição resultou em uma melhoria drástica na capacidade do grafeno em converter ondas de luz em sinais eletrônicos.
Parece complicado, mas o rádio FM do seu carro faz algo muito semelhante, transformando as ondas eletromagnéticas de uma determinada frequência em sinais eletrônicos que, devidamente processados e novamente traduzidos, agora em ondas sonoras, chegam aos seus ouvidos na forma de música.
A diferença é que a antena atômica consiste em um único átomo e trabalha com um tipo especial de onda - a onda plasmônica.
Sendo formada por uma única "partícula", a antena atômica é inteiramente simétrica em termos de funcionamento, ou seja, ela tanto pode converter ondas de luz em ondas eletrônicas, quanto ondas eletrônicas em ondas de luz.
Isto é essencialmente um componente plasmônico, uma tecnologia emergente que promete muitos benefícios para computadores e outros circuitos eletrônicos.
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Hey galera, quase sexta feira, ansiosa para chegar semana que vem logo, minha mãe vai chegar!!!!uhuhuuh, neste sabado ver Jogos Vorazes!!!!aeeeeeee
BoaaaA TardeEEe!
XoXo
N.M.S.R
 

domingo, 18 de março de 2012

GP da Autrália


Jenson Button ganhou o 1° grande premeio da temporada, GP da Autrália, meu querido Vettel ficou em 2° lugar, fez uma excelente corrida, e Hamilton ficou em 3° lugar, foi uma corrida relativamente calma, sem muitos acidentes, ^^'''



Bom  Domingo galera, hoje é o meu dia de Isaurinha,kkkkk, hora da limpeza!!!
XoXo
N.M.S.R

Encontrada solução para curto-circuitos da eletrônica molecular

Redação do Site Inovação Tecnológica - 15/03/2012


Plataforma molecular
Pesquisadores da Universidade de Copenhague desenvolveram uma nova plataforma que pode ser usada para o desenvolvimento de componentes eletrônicos moleculares.
E, ao mesmo tempo, eles resolveram um problema que vem desafiando pesquisadores de todo o mundo há pelo menos uma década.
Mais de 10 anos atrás, quando começou a se proclamar que a nanotecnologia poderia revolucionar a tecnologia dos computadores, isto se deveu em parte porque se imaginava que estivéssemos a um passo de desenvolver a eletrônica molecular.
A eletrônica molecular envolve a substituição dos componentes eletrônicos tradicionais, como os transistores, por moléculas, criando minúsculos circuitos eletrônicos para cumprir exatamente as mesmas funções dos computadores e outros aparelhos.
Desafios da eletrônica molecular
Já foram criados inúmeros componentes eletrônicos moleculares, perfeitamente funcionais. Mas interligá-los para criar circuitos maiores não tem-se mostrado fácil.
Esse desafio mostrou-se maior do que o previsto inicialmente, em parte porque os componentes eletrônicos moleculares curto-circuitam quando as moléculas são conectadas aos eletrodos necessários para lhes levar a energia e para ler seus cálculos.
Foi necessário esperar pela descoberta do agora chamado material-maravilha, o grafeno, que se tornou a base da plataforma nanotecnológica agora criada pelos cientistas dinamarqueses.
"Nós agora podemos colocar uma das nossas lâminas de grafeno por cima das moléculas, protegendo o sistema dos curtos-circuitos. Foi assim que desenvolvemos uma nova plataforma tecnológica para uso no desenvolvimento de novos componentes eletrônicos baseados em moléculas," disse Kasper Norgaard.
Novos caminhos
O pesquisador explica que sua equipe agora está tentando utilizar moléculas com diferentes propriedades sobre a plataforma de grafeno - por exemplo, moléculas que podem alternar entre condutoras e não-condutoras.
Isso abrirá o caminho para a eletrônica do futuro em áreas como novas tecnologia de memória, telas ultra-finas e células solares mais eficientes.
Contanto que outro desafio igualmente íngreme quanto os curto-circuitos moleculares não surja pela frente dessa área tão promissora.
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Olá galera, bom dia!!!!!! domingo dia de formula1!!!!!!!!, na torcida pelo Vettel!!huhuuh =)
Bom domingo
XoXo
N.M.S.R 

sábado, 10 de março de 2012

Parabensss Madinhaa!!!

Madinhaaa, parabens!! tudo de bom!! Você é SUPER,HIPER,MEGA,ULTRA ESPECIAL!!!!!!!
AMOOO muitoooOOOOooo
saudades
=)

AMOOOOO muitooooo!!!!!!!!!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Pulsares são mais velhos do que o Universo?

Pulsares são mais velhos do que o Universo? 

Redação do Site Inovação Tecnológica - 25/02/2012

Pulsares incômodos
O que faz o sucesso da ciência é uma perseguição incansável de uma concordância entre fatos e teorias.
Contudo, apesar do enorme sucesso do modelo do Big Bang, algumas observações recentes chegaram a uma conclusão incômoda: os pulsares, ou buracos negros estelares, pareciam ser mais velhos do que o Universo.
Os pulsares estão entre os corpos celestiais mais exóticos que se conhece. Eles têm um diâmetro entre 10 e 20 quilômetros, mas, nessa dimensão digna de um apagado asteroide, eles concentram uma massa equivalente à do Sol. O resultado é uma emissão de energia 100.000 vezes maior do que a do Sol.
Para se ter uma ideia, um cubo de açúcar que fosse feito com a matéria dos pulsares pesaria quase um bilhão de toneladas aqui na Terra.
Mais recentemente eles vêm incomodando muito os astrônomos: em 2010, descobriu-se um pulsar mais denso do que a teoria considerava possível. Em maio do ano passado, a Nebulosa de Caranguejo apresentou uma ejeção inédita de raios gama, que os cálculos logo mostraram se originar de um pulsar impossível de existir segundo os modelos atuais.
Pulsares de milissegundo
Uma família desses corpos celestes, chamada de pulsares de milissegundo, gira centenas de vezes por segundo ao redor do seu próprio eixo.
Desde que o primeiro deles foi descoberto, em 1982, os astrônomos já encontraram cerca de outros 200 desses pulsares, com períodos de rotação entre 1,4 e 10 milissegundos.
Essas estrelas de nêutrons fortemente magnetizadas atingem essas altíssimas frequências rotacionais acumulando massa e momento angular sugando uma estrela próxima, com a qual formam um sistema binário.
O problema é que, ao calcular a idade dos pulsares e dos restos da sua estrela companheira, os cientistas chegam à conclusão paradoxal de que eles são mais velhos do que o Universo.
Na verdade, ainda não se chegou a uma explicação razoável nem para a idade, sem para os períodos de rotação e nem para os fortíssimos campos magnéticos desses estranhos "faróis estelares". Por exemplo, o que acontece com a rotação do pulsar quando acaba a massa de sua estrela doadora? Ninguém sabia.
Agora, Thomas Tauris, do Instituto Max Planck, na Alemanha, saiu em socorro da teoria, fazendo simulações computacionais que mostram que os pulsares de milissegundo podem não ser tão velhos quanto parecia. E ele fez isso apresentando uma solução para o problema do "desligamento dos pulsares.
Desligando um pulsar
Por meio de cálculos numéricos, feitos com base na evolução estelar e no torque de acreção dos pulsares, Tauris demonstrou que os pulsares de milissegundo perdem cerca de metade da sua energia rotacional durantes os estágios finais do processo de transferência de massa de sua estrela canibalizada, antes que o pulsar acione seu processo de emissão de ondas de rádio.
O elemento mais importante do estudo é que ele demonstra como o pulsar é capaz de quebrar seu assim chamado equilíbrio rotacional.
Nessa época, a taxa de transferência de massa cai, o que faz a magnetosfera do pulsar se expandir.
O resultado é que ele começa a arremessar massa de volta ao espaço, como se fosse uma hélice, o que o faz perder energia rotacional e diminuir seu período de rotação.
Em outras palavras, é a expansão do campo magnético do pulsar que ajuda a diminuir sua velocidade de rotação.
É por isso que os pulsares que emitem ondas de rádio giram mais lentamente do que seus progenitores, os pulsares emissores de raios X, que continuam absorvendo matéria das suas estrelas doadoras.
Escondendo a idade
Além de estar em concordância com as observações, isso explicaria porque os pulsares de milissegundo dão a impressão de ser mais velhos do que os restos das anãs-brancas que eles sugam.
Isto porque sua idade é calculada com base na sua rotação, mas até agora não se conhecia essa variação na rotação induzida pela expansão do campo magnético do pulsar - o que levava a cálculos de até 15 bilhões de anos de idade para alguns pulsares, mais do que os 13,7 bilhões calculados para o Universo.
Segundo Tauris, o único "relógio" em que se pode confiar para calcular a idade desses sistemas binários são os restos da estrela companheira - mais especificamente, de sua temperatura, uma vez que ela continua quente mesmo não sendo mais capaz de queimar hidrogênio devido à perda de massa para o pulsar.
O trabalho também oferece uma explicação para a aparente inexistência de pulsares ainda mais rápidos, na faixa dos microssegundos ou menos.

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Olá galeraaa, finalmente hoje já é sexta feira!! mesmo que eu ainda tenha aula ate 22:00 h, rsrrssr!

tenham um bom dia!

XoXo

N.M.S.R

;)

Amigas na França

Bonjour!!!! Faz algum tempinho que não posto nada, está uma pequena loucura por aqui, meu mestrado está uma loucura e correria, agor...